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Rodando o Ubuntu 7.10 pelo pendrive

Maio 13, 2008

E ai pessoal, hoje vou postar uma dica bem bacana que precisei aqui esses dias e acabei resolvendo postar. É muito simples e bem util: instalar e rodar o ubuntu via pendrive!!! Muitos podem estar se perguntando: “Mas pra que rodar pelo pendrive se posso rodar pelo cd?” Pelo simples motivo: no cd qualquer alteração que você fizer, ao reiniciar perderá tudo. Desta maneira não, as alterações continuarão no pendrive, pois será criada uma outra partição para salvar todas as alterações realizadas.

Segundo Carlos E. Morimoto:

“A partir do Ubuntu/Kubuntu 6.10 foi introduzido o persistent mode, que permite utilizar uma segunda partição no pendrive para armazenar as alterações. Durante o boot, a partição é montada em conjunto com a imagem compactada utilizando o UnionFS, onde a imagem do sistema é montada em modo somente leitura e a partição em modo de leitura e escrita.

Todas as alterações feitas no sistema são armazenadas na partição e restauradas nos boots subsequentes, de forma que o sistema se comporta de forma muito similar a se estivesse instalado. A principal vantagem é que o sistema ocupara muito menos espaço.”

Bom, então vamos lá, ingredientes do bolo:

  • 1 pendrive (pelo menos de 1gb)
  • cd do ubuntu 7.10 ou imagem .iso (testei com o 8.04 e não funcionou)
  • para instalar você precisa estar usando linux, não dá para fazer do windows por exemplo

Encontro o dispositivo:

$ sudo fdisk -l

Serão listados todos dispositivos e partições encontrados no sistema, encontre seu pendrive. (Nos exemplos irei supor que o pen drive seja o dispositivo /dev/sdb)

Criando as partições:

Desmonte a partição:

$ sudo umount /dev/sdb1

Execute o fdsik para recriar a tabela de partição:

$ sudo fdisk /dev/sdb

Delete todas as partições e crie 2 partições nova:

  • 1 partição com o sistema de arquivos FAT de pelo menos 750M onde será mantido a iso do LiveCD

  • O que sobrar será outra partição (recomendo pelo menos uns 300mb)

Crie a primeira partição:

  • n para criar uma nova partição

  • p para torná-la primaria

  • 1 então ela será a primeira partição primaria

  • Aceitar o padrão ou digite 1 para iniciar do primeiro cilindro

  • +750M para informar o tamanho desta partição

  • a ativará a partição para boot

  • 1 para escolher a partição 1

  • t para alterar o tipo de partição

  • 6 para configará-la como Fat16

Agora siga os seguintes passos para criar a segunda partição:

  • n para criar uma nova partição

  • p para torná-la primaria

  • 2 será a segunda partição

  • Aceite o padrão e pressione <ENTER>

  • +500M de tamanho para nova partição, ou quanto desejar

  • Digite w para gravar a tabela de partição no pendrive

Formatando as partições criadas:

$ sudo mkfs.vfat -F 32 /dev/sdb1

$ sudo mkfs.ext2 -b 4096 -L casper-rw /dev/sdb2

Montar o pendrive e cd para copiar os arquivos:

$ sudo mkdir /mnt/pendrive /mnt/cd (caso não tenha as pastas criadas)

$ sudo mount /dev/sdb1 /mnt/pendrive

$ sudo mount /dev/cdrom /mnt/cd (ou utilize o .iso como abaixo)

Se você quiser fazer a cópia a partir de um arquivo ISO, pode montá-lo usando o comando “mount -o loop”, que faz com que ele seja acessado como se fosse um CD-ROM gravado, como em:

$ sudo mount -o loop ubuntu-7.10-desktop-i386.iso /mnt/cd

Copiando arquivos necessários para o pendrive:
$ sudo cp -a /mnt/cd/* /mnt/pendrive/

$ sudo cp -a /mnt/cd/isolinux/* /mnt/pendrive/

$ sudo cp -a /mnt/cd/casper/vmlinuz /mnt/pendrive/

$ sudo cp -a /mnt/cd/casper/initrd.gz /mnt/pendrive/

$ sudo cp -a /mnt/cd/install/mt86plus /mnt/pendrive/

$ sudo cp -a /mnt/cd/.disk /mnt/pendrive/

Configurando o boot:

$ sudo gedit /mnt/pendrive/syslinux.cfg

Cole as seguintes linhas:

DEFAULT persistent
GFXBOOT bootlogo

LABEL persistent
menu label ^Modo Persistent
kernel vmlinuz
append preseed/file=preseed/ubuntu.seed boot=casper persistent initrd=initrd.gz ramdisk_size=1048576 root=/dev/ram rw quiet splash locale=pt_BR bootkbd=qwerty/br-abnt2 console-setup/layoutcode=br console-setup/variantcode=nodeadkeys –

LABEL live
menu label ^Modo Live
kernel vmlinuz
append preseed/file=preseed/ubuntu.seed boot=casper initrd=initrd.gz ramdisk_size=1048576 root=/dev/ram rw quiet splash locale=pt_BR bootkbd=qwerty/br-abnt2 console-setup/layoutcode=br console-setup/variantcode=nodeadkeys –

DISPLAY isolinux.txt
TIMEOUT 300
PROMPT 1

$ sudo umount /mnt/pendrive

O syslinux não vem instalado na maioria das distribuições, por isso é necessário instalá-lo usando o gerenciador de pacotes. No Ubuntu/Kubuntu ou qualquer distribuição derivada do Debian, instale os pacotes “syslinux” e “mtools” via apt-get:

$ sudo apt-get install syslinux mtools

Falta agora apenas rodar o comando do syslinux:

$ sudo syslinux -f /dev/sdb1

Agora rode o lilo que corrige o setor de boot caso necessário, de forma a remover resquícios de instalações de outros gerenciadores de boot e a corrigir problemas diversos:

$ sudo lilo -M /dev/sdb
Pronto, agora curte seu pendrive com ubuntu!!! Abraços!
FONTES:
http://br-linux.org/linux/instalando-o-ubuntu-7.10-em-um-pen-drive-usb
http://wiki.ubuntu-br.org/Pendrive
http://www.guiadohardware.net/dicas/ubuntu-pendrive.html
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Usando placa wireless com chipset Ralink no Linux

Abril 28, 2008

E ai pessoal, tudo beleza? Bom, hoje vou contar um pequeno probleminha que tive aqui uns tempos atrás no meu notebook. Tudo começou depois q instalei o ubuntu, até aí tudo bem, parecia que ele tinha reconhecido todo o hardware. Bom, só parecia, pois a placa wireless não funcionava do jeito que eu esperava. Até conectava nas redes wireless, mas funções interessantes como por exemplo “sniffar” eu não conseguia!!! Bom, o problema é que o ubuntu usou um driver genérico para minha placa, que se chama rt73usb. Oque eu fiz foi simples, removi o driver e adicionei-o a blacklist para não carrega-lo mais:

modprobe -r rt73usb

Depois editei o arquivo: /etc/modprobe.d/blacklist e adicionei a linha:blacklist rt73usb

Aí baixei o arquivo certo, no caso minha placa era uma rt73, que descobri pelo comando lspci.

Bom, descobri esse site: http://rt2×00.serialmonkey.com/ procurando pelo google por “ralink drivers download”. E pelo que o site descreve:

“Este projeto é um esforço para proporcionar desenvolvimento livre, estável e drivers para Linux rich wireless 802.11b/g/i cartões com base nos seguintes Ralink chipsets: rt2400, rt2500, rt2570, rt61 e rt73.”

Bom, depois de baixar meu respectivo driver, fiz da seguinte maneira:

# tar -zxvf rt73-cvs-daily.tar.gz
# cd rt73-cvs-2007101015/Module/
# make
# make install

# modprobe rt73 (carrega o driver)

# echo rt73 >> /etc/modules (garante que o driver será carregado automaticamente no boot)
Bom, foi desse jeito que resolvi meu problema, espero que seja util para vocês também, abraços!
FONTES:
http://www.guiadohardware.net/tutoriais/rede-wireless-linux_2/pagina3.html
http://rt2×00.serialmonkey.com/wiki/index.php?title=Main_Page
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Utilizando apt-get em redes com proxy autenticado

Abril 24, 2008

Hoje vou postar uma dica muito simples mas também muito importante. Na empresa que trabalho configurei o squid com autenticação integrada em ldap, ou seja, cada vez que o usuário vai acessar a internet ele tem que logar com seu usuário e senha de redes. O problema então é que o apt-get não irá funcionar, pois precisa autenticar antes de começar a baixar os pacotes. Mas para resolver este problema é muito simples. Já testei os comandos abaixo no Debian e Ubuntu e funcionou perfeitamente.

Edite o arquivo environment: sudo gedit /etc/environment

Adicione as seguintes linhas:

1- Edite o arquivo /etc/environment e adicione as seguintes linhas: (Altere user e password para seu respectivo login e senha e no lugar do ip e porta altera para as configurações de seu servidor proxy)

http_proxy=”http://user:password@192.168.0.1:3128″
ftp_proxy=”http://user:password@192.168.0.1:3128″

Acquire {
HTTP::Proxy user:password@192.168.0.1:3128;
FTP::Proxy user:password@192.168.0.1:3128;
};
alias wget=”wget –proxy-user=user –proxy-passwd=password”

2 - Por ultimo diigite os comandos:

export http_proxy=”http://user:password@192.168.0.1:3128″

export ftp_proxy=”http://user:password@192.168.0.1:3128″

Bom, por hoje é só, []’s a todos…

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Sun adquire Innotek, criadora do VirtualBox

Abril 20, 2008

Pois é, depois de comprar o Mysql a Sun desta vez comprou a Innotek, empresa criadora do VirtualBox, ferramenta de código aberto para virtualização.

Segundo o site Linux Magazine:

A Sun Microsystems acaba de anunciar um acordo com a alemã Innotek, fabricante da solução de virtualização VirtualBox. O acordo trata da aquisição da empresa alemã pela fabricante do Solaris. Com a compra, a Sun espera usar o VirtualBox para expandir sua plataforma de virtualização xVM e facilitar o desenvolvimento de sisteas multi-plataforma, atingindo todos os principais sistemas operacionais, chegando ao desktop e fortalecendo sua estratégia no mercado de virtualização.

O VirtualBox é o principal produto da Innotek, contando com uma versão proprietária e outra, com menos recursos, gratuita e licenciada sob a GPL. Ambas as versões rodam sobre Linux, Windows, Mac OS X e Solaris. A versão GPL do VirtualBox pode ser livremente baixada sem a necessidade de chaves de ativação ou pagamento de taxas. O download pode ser feito a partir dos endereços http://virtualbox.org ou http://openxvm.org.

Rich Green

“O VirtualBox oferece à Sun o complemento perfeito para nosso produto recentemente anunciado Sun xVM Server”, afirmou Rich Green, vice-presidente executivo da Sun. “Enquanto o Sun xVM Server é projetado para proporcionar dinamismo à TI no coração do datacenter, o VirtualBox é ideal para todos os ambientes de laptop ou desktop, e alinha-se perfeitamente às outras ofertas desenvolvidas pela Sun, como GlassFish, OpenSolaris, OpenJDK e, em breve, o MySQL, além de vários outros projetos comunitários de código aberto”.”

Fonte: http://www.linuxnewmedia.com.br/noticia/sun_adquire_innotek

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Instalando Ocomon em distribuições Debian

Abril 17, 2008

Bom dia pessoal. Estou escrevendo este artigo para descrever como consegui instalar e configurar o Ocomon em um servidor rodando ubuntu server e também em outro debian. Fiz este artigo utilizando informações que encontrei no site do projeto.

O Ocomon segundo seu autor explica em seu site http://ocomonphp.sourceforge.net/ é:

“O Ocomon surgiu em Março de 2002 como projeto pessoal do programador Franque Custódio, tendo como características iniciais o cadastro, acompanhamento, controle e consulta de ocorrências de suporte e tendo como primeiro usuário o Centro Universitário La Salle (UNILASALLE) que adotou a ferramenta e desde então tem realizado sua manutenção interna pelo seu próprio setor de Helpdesk buscando atender a questões de ordem prática e operacional da área de suporte. Baseado no código do Ocomon, em Maio de 2003 surgiu a primeira versão do Invmon, sistema de inventário para equipamentos de informática e a partir daí e todas as informações de atendimentos começaram as estar vinculadas ao respectivo equipamento, acrescentando grande praticidade e valor ao sistema de atendimento. Com a percepção da necessidade crescente de informações mais relacionadas com à questão de qualidade no suporte, no início de 2004 foram adicionadas características de gerenciamento de SLAs no sistema Ocomon, mudando de forma sensível a maneira como o gerenciamento de chamados vinha acontecendo e obtendo crescente melhoria da qualidade final de acordo com os indicadores fixados para os serviços realizados.”

Bom, então vamos por a mão na massa! Requisitos do OcoMon:

  • apache
  • php4
  • php4-mysql
  • mysql-server-4.1

Vale a pena lembrar que os requisitos mínimos são esses. Mas nada impede que você instale usando uma versão superior. Eu utilizei apache2, php5, e mysql-5.0.

Instalando:
1. Instalando os pacotes usando o “apt-get”:

#apt-get install apache
#apt-get install php4
#apt-get install php4-mysql
#apt-get install mysql-server-4.1

2. Download do Ocomon:

http://sourceforge.net/project/showfiles.php?group_id=45554&package_id=192318&release_id=421317

Eu utilizei a versão 1.4, pois segundo o site a versão 2.0 ainda é beta.

3. Salve o arquivo na pasta padrão do servidor http:
#cp ocomon-1.40.tar.gz /var/www (ou de acordo com a sua distro)
#tar -zxvf ocomon-1.40.tar.gz
#mv ocomon-1.40 ocomon (alterei o nome do diretório para ficar mais fácil)

4. Gerar base de dados:
#cd ocomon/install
#mysqladmin -u root -p create ocomon (cria a base de dados ocomon no mysql)
#mysql -u root -p ocomon < _OCOMON_1.30_FULL.sql (importa todos os dados originais do ocomon para o banco ocomon)
Será solicitada uma senha nos comandos acima, basta digitar a senha de root do servidor mysql (se você não tiver setado esta senha ela estará em branco, basta apertar enter).

5. Configurando o OcoMon:
5.1 Entre na pasta ocomon/includes e renomeie o arquivo “config.inc.php-dist” para “config.inc.php”:
#mv config.inc.php-dist config.inc.php
5.2 Edite o arquivo “config.inc.php”
#vi config.inc.php
5.2.1
Na linha: define ( “SQL_USER”, “ocomon”)
altere para: define ( “SQL_USER”, “root”)
5.2.2
Na linha: define ( “OCOMON_SITE”,”http……
Altere para o ip da sua máquina ou nome dns, exemplo: http://10.10.0.1/ocomon
Salve o arquivo e saia do editor.
5.3 Entre na pasta “ocomon/includes/classes” e edite o arquivo “conecta.class.php”:
#vi conecta.class.php
5.3.1 Encontre a linha: $this->con=mysql_connect(SQL_SERVER,SQL_USER,SQL_PASSWD) …………..
Altere para: $this->con=mysql_connect(localhost,root, senhaderoot)…………..
Na linha abaixo, mude a opção “SQL_DB” para ocomon
Salve o arquivo e saia do editor.

6. Alterar no arquivo php.ini a opção register_globals para = on.

7. Agora vamos iniciar os serviços:
#/etc/init.d/apache start
#/etc/init.d/mysqld start

8. Para acessar o OcoMon digite no navegador: “http://10.10.0.1/ocomon” (ou ip do seu servidor onde está instalado o ocomon)

9. Mais informações, acesse o site do autor: http://ocomonphp.sourceforge.net

Ocomon

Ocomon

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O Segredo da Latinha!

Abril 16, 2008

Bom, estou escrevendo este artigo para contar um problema que aconteceu comigo e consegui resolver de uma maneira bem estranha mas que no final das contas funcionou. Tudo começou quando derrepente meu Ibook G3 parou de ligar. Pra mim foi um momento de extrema tristeza, porque além de gostar muito do bichinho, iria parar de conviver (por um tempo, porque se pifasse mesmo eu ia acabar comprando outro) com o que pra mim tem se tornado o melhor sistema operacional para usuários. Não vou neste artigo explicar porque gosto tanto do MacOS X, irei fazer isto em um outro tópico adiante.

Bom, mas voltando ao problema e deixando o lero-lero de lado. O Ibook parou, e agora, o que fazer? Primeira medida foi levar na autorizada apple, e acredite se quiser, me pediram míseros R$1580 reais para arrumar o danado. Bom, cheguei a conclusão que não valeria a pena, se for para gastar esse valor prefiro comprar um macbook novo, compensa mais. Mas como sou brasileiro e não desisto nunca, comecei a procurar na net pessoas que tiveram o mesmo problema, afim de ver como eles resolveram o defeito. Procurei no google e não achei nada satisfatório em português, o jeito foi apelar e começar a procurar em inglês. Bom, pelo que compreendi, este problema se dá pelo fato do notebook esquentar muito, e com o tempo e uso o chipset da placa de video acaba se desprendendo da placa mãe, causando o problema. A apple na época fez até um recall, o problema é que este já expirou. Então o jeito era realmente partir pro tudo ou nada…

Achei na net primeiramente um pessoal dizendo que resolveu o problema com uma latinha com fogo em cima do chipset, isto mesmo! Não acredita? Vê aí:


Ibook Repair 1

E se quiser pode conferir também no youtube, só procurar por “ibook repair”, você encontrará diversos vídeos com a mesma técnica arrojada. A lógica do processo? É simples, como o chipset “descola” da placa mãe, o segredo é só cola-lo novamente que tudo volta ao normal. A solda do chipset é do tipo BGA, para quem quiser mais detalhes: BGA - Wikipedia

Este tipo de solda é preso através de calor, pelo que pude descobrir. Então a lógica do processo dos caras era esquentar o chipset afim de que ele se solda-se novamente na placa mãe. Achei a técnica um tanto quanto arriscada, fiquei com medo e resolvi não arriscar, a não ser que fosse ultimo caso. Até que então em um momento de buscar pelo google achei o vídeo que salvou meu ibook!!!


Ibook Repair 2

Neste video, ao invés de usar a latinha com fogo, o cara utilizou aqueles sopradores de ar quente, idéia show, e que no final das contas foi o que resolvi usar. Soprei lá por uns 10 minutos e coloquei o pequeno calço de borracha apertando o chipset na tampa, para não ter riscos de soltar mais. E funcionou!!!! Já está assim tem uns 15 dias, e por enquanto não apresentou nenhum problema, graças a Deus.

ibook working

Fica aí então a dica que me poupou mais de 1500 royals e que resolveu meu problema!

Abraço a todos!